🚨 CARTÃO MESA TAUBATÉ: GOVERNO VOLTA A MENTIR PARA JUSTIFICAR CORTE EM PROGRAMA SOCIAL 🚨

Notícia

Mais uma vez, a população mais pobre de Taubaté é tratada com desrespeito e mentira. O governo Sérgio Victor voltou a enganar a cidade para tentar justificar os cortes no Cartão Mesa Taubaté, programa que garante comida na mesa de quem mais precisa.

O próprio prefeito já havia admitido, em outra ocasião, que o argumento usado para cortar beneficiários era inverídico. Mesmo assim, a gestão insiste em repetir a mentira como estratégia política para normalizar o desmonte de um programa social essencial.

Dessa vez, quem foi para a linha de frente da desinformação foi o vereador Bobi, líder do governo na Câmara. Da tribuna, ele afirmou que a lei do programa impõe prazo máximo de permanência para os beneficiários. Mentira.
Essa mesma fake news já tinha sido usada pelo governo em 2025 para justificar cortes no benefício. Ou seja: não é erro isolado, é método.

Como se não bastasse, o líder do governo também distorceu os critérios de renda, insinuando que basta alguém “arrumar um emprego” para perder automaticamente o benefício. Uma simplificação cruel e falsa, que ignora a realidade do trabalho precário, dos bicos mal pagos e da instabilidade que marca a vida de quem está na base da pirâmide social.

Quando foi confrontado com a própria lei, o vereador recuou. Primeiro negou, depois disse que “pode ter se equivocado”, depois jogou a responsabilidade na Secretaria, e por fim assumiu que leu rápido e falou errado.
Tradução: falou o que o governo queria ouvir — e o povo que pague a conta.

Não estamos falando de um detalhe técnico qualquer.
Estamos falando de comida.
Estamos falando de famílias que dependem desse cartão para não passar fome.

Mentir sobre a lei para cortar benefício social é mais do que incompetência:
👉 é desumanidade.
👉 é escolha política.
👉 é governar contra os mais pobres.

Taubaté precisa abrir o olho: quando o governo mente para justificar corte em programa de renda, o recado é claro — o problema nunca é a lei, é a prioridade.

E a prioridade dessa gestão não é quem tem fome.

Por Dimas Valgas

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