🚨 VERGONHA EM TAUBATÉ: QUANDO A POLÍTICA PASSA POR CIMA DAS MULHERES 🚨
Enquanto mulheres são agredidas, ameaçadas e mortas todos os dias, a Câmara de Taubaté decidiu virar as costas para elas. Pela segunda vez seguida, a base aliada do prefeito Sérgio Victor barrou uma audiência pública para discutir a violência contra a mulher no município.
Isso não é erro. É escolha política.
É a escolha de proteger o governo em vez de proteger mulheres que sofrem violência dentro de casa, no trabalho e nas ruas.
E quem votou CONTRA debater a violência contra a mulher precisa ser lembrado pelo nome:

Esses oito vereadores escolheram o silêncio. Escolheram a conveniência política. Escolheram virar o rosto para quem apanha, denuncia e muitas vezes não é ouvida.
A manobra foi escancarada:
❌ Derrubam a audiência proposta pela oposição.
✅ Aprovam outra audiência “oficial”, agora controlada pela base do governo.
Ou seja: não é que não queiram discutir o problema.
Eles querem mandar no microfone, controlar o debate e transformar um tema sério em palanque político.
E o Plano Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher?
Segue engavetado, parado há meses nas mãos do líder do governo na Câmara, enquanto mulheres seguem apanhando na vida real.
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Quantas vítimas ainda vão ser necessárias para essa Câmara parar de fazer politicagem com a dor alheia?
Barrar debate sobre violência contra a mulher é mais do que votar contra um requerimento.
É mandar um recado cruel para a cidade:
👉 “A vida das mulheres não é prioridade para nós.”
Taubaté precisa saber quem está do lado das mulheres e quem está do lado do jogo sujo do poder.
Porque em violência contra a mulher, não existe neutralidade:
quem se omite, escolhe um lado.
✊🏽 Violência contra a mulher é urgência. Não é moeda de troca política.
Por Dimas Valgas