Tarcísio e Feder são seres realmente maléficos. Impossível olhar na cara tosca do Tarcísio e descobrir nela traços de alguma boa intenção ou algo parecido com empatia. As milhões de celulas que compõem o corpo desse homem parece que vomitam ódio uma nas outras. Essa besta um dia vestiu farda e hoje posa de controlador do cofre mais rico do país.
Ja o Feder, parceiro de Tarcisio no bombardeio que sofre a educação paulista, é um negociante descarado usando o cargo de secretário da educação tambem com propositos destrutivos. Feder é calculista, cínico. Chega a ser nojento. O traste é especialista na invenção de números e projetos pedagogicos criminosos.
Diante dessa dupla, ou debaixo da sola de seus finissimos sapatos, estão pelo menos 40 mil professores desempregados. Outros milhares, estão sub empregados na humilhante condição de professor O. O restante do magistério, inclusive professores concursados, também sofre o diabo com o drama criado pela dupla insana.

E difícil dizer quem mais odeia o professor e a educação. Alguns dizem que Tarcísio em termos de ódio é imbatível. Por outro lado, outros dizem que Feder apenas finge que odeia o professor e a educação, pois seu objetivo unico é engordar os cofres que trouxe do Paraná.
Uma coisa é incontestavel: a dupla segue rigorosamente toda e qualquer ordem que costumeiramente o diabo neo liberal impõe.. Se o professor vai se infartar em sala de aula, foda-se, deve gritar Tarcísio. O coração é dele e não o meu. Se o aluno vai sair da escola mais analfabeto que entrou, o problema é do aluno. O meu negócio não é com a educação. O meu negócio são com os meus negócios, certamente pode dizer Feder.
A verdade é que nas quase 5 mil escolas paulistas reina o terror sobre a vida de milhares de professores. Na imensa rede de ensino tem gente morrendo dentro da escola e milhares perdendo a saúde mental. Trata-se o professor como escravizado de uma plataforma. Alunos, mesmo que sejam os piores do estabelecimento, julgam o trabalho do mestre. Na escola cívico-militar, milicos dão à língua portuguesa o mesmo tratamento dado a moradores da Baixada Santista pela pm de Tarcisio, ou seja, a morte.

Entre os muros da escola, de forma integral, prevalece um vale tudo horroroso. O diretor da unidade é o agente principal do pega pra capar instaurado. Ele deita e rola e fez virar coisa comum contratar professor iniciante e, sem nenhum constrangimento, meter o pé no traseiro do professor efetivo e experiente de décadas de ensino.
O perfil do diretor, em nome da avacalhação e zueira de Tarcisio e Feder, define tudo e muitas vezes abre espaço para relações de corrupção no ato de contratar um professor e dispensar outro.
Enfim, parece que, resumidamente, esse é o começo do fim acelerado da educação na rede estadual paulista. Em S. Paulo faz-se um experimento perigoso para, se Tarcísio virar presidente, torná-lo projeto a ser imposto ao Brasil a partir de 2027, inclusive com a participação efetiva do destrutivo Feder na condição de ministro da educação.
Sabe aquela velha história de que desgraça pouca é bobagem? Tarcísio é Feder, sem nenhuma dúvida, se orientam por ela!
Texto: Professor Silvio Prado

